México, Paraísos, Roupa e Internet.
11/01/2010
Uma tequila pra comemorar?
O samba que menos gostei neste ano foi o da Viradouro. O tema até é atraente, o México, mas a letra não me empolgou muito. Verdade que todos os sambas deste ano são plenamente cantáveis, mas o refrão da Viradouro é meio fraquinho e cheio de clichês:
Arriba Viradouro / Uma tequila pra comemorar / Um lenço vermelho, sombreiro na mão / O México em Cores vou cantar
No entanto o desfile da escola de Niterói promete, já que promete mostrar o México em cores e com bastante alegria. Estou curioso para ver a lembrança dos personagens do Chaves e Chapolim prometidos pela escola e também o setor que mostrará o ritual praticado no México no qual a morte não é vista como triste mas é festejada, como é lembrado no samba (a dor da saudade / vou festejar é tradição).
O refrão é um paraíso
“Meu coração vai disparar, sair pela boca / não dá para segurar, paixão muito louca / luz independente me leva pro céu / sou Mocidade, sou Padre Miguel”
O refrão da Mocidade poderia ser usado para qualquer tema e seria um grande refrão com qualquer tema. Realmente é um achado. Mas o resto da letra não acompanha e as melhores partes voltam a ser aquelas que não tratam especificamente do enredo (Estrela / Faz o meu sonho mais real / sacode a Sapucaí / É Carnaval). O desfile deve trazer tudo aquilo que se chamou de paraíso na história da humanidade, do Éden aos paraísos fiscais (aliás uma bela sacada com o trecho: “E se mandar me taxar/ mando depositar / em outro continente”).
Ultimamente a Mocidade não tem vivido no paraíso, esteve próxima do inferno em 2009. É esperar o que a verde e branco vai fazer em 2010.
Com que Roupa eu vou …
O patrocínio deve ter falado alto (bem alto) para a Porto da Pedra escolher um tema como a história da Moda. Foge um pouco a irreverência e atitude da escola simbolizada pelo Tigre. Um dos atrativos do desfile deve ser a Geisy, que por causa de sua roupa foi discriminada e blá blá blá.
O Samba foge a tradição da Porto. Será difícil um samba como aquele sobre a África do Sul, considerado o melhor de 2007, mas a escola vinha caminhando em uma linha parecida, com um samba bem legal sobre o Japão no ano passado. Mas esse quebrou a sequência.
De novo o que salva é o refrão, aliás, temos um ano de bons refrãos. “Porto da Pedra eu sou / eu sou o amor, dessa cidade/ pro samba que você me convidou/ eu vou vestir felicidade”.
Ficou também uma homenagem a Noel, mas essa figura do samba terá um desfile só dele, na sua Vila.
Um link com a raiz do carnaval
A idéia é até louvável, mas o tema internet é complicado de ser levado para um samba. A Portela se esforçou e fez um samba legalzinho, o que já é meio frustrante por se tratar de Portela.
Fiquei surpreso quando observei uma mudança entre o samba vencedor na quadra e o samba gravado. Mais uma vez a força do patrocínio se impôs e “Fez da Criança um cidadão POSITIVO pra nação”. A empresa de computador entrou (mesmo) no samba da Portela. E ficou estranho.
Alguns trechos são legais “Portela / Portal cultural de um país / Um Link com a nossa raiz / Rainha da Passarela”, mas o samba mistura internet com Rio de Janeiro, com criança e ficamos perdidos.
Seria necessária uma organização dos arquivos, um Scandisk?
Fim da primeira parte
1 –
2 –
3 –
4 –
5 –
6 –
7 –
8 –
9 – Portela
10 – Porto da Pedra
11 – Mocidade
12 – Viradouro
E o samba? Sambou?
10/01/2010
Comecei então a pesquisar os sambas antigos e entender um pouco da história dessa modalidade musical. É interessante notar que as avaliações de melhor, pior, mais bonito, mais legal, mais lembrado, são sempre relativas. Acho impossível que o gosto de qualquer pessoa, incluindo os conceituados críticos de samba, não possam interferir nos processos de escolha. Para não ficar de fora disso tudo fiz uma avaliação pessoal dos sambas de 2010, já citando pontos sobre os enredos. Vou publicá-la aqui no Blog em 3 partes.
Só para adiantar, os temas de 2010 foram bem legais. Tem os 50 anos de Brasília, a música do Brasil, a história do Livro, a Internet, 100 anos de Noel Rosa, 25 anos do Sambódromo, as Religiões do Brasil, o México, a História da Roupa, os Paraísos, os Segredos e Dom Quixote.
Amanhã os sambas que ficaram entre a nona e a décima segunda colocação.
Carta de São Martinho de Lima a Boris Casoy
09/01/2010
Caro Jornalista e Apresentador Boris Casoy,
Certamente não estamos tendo uma vida muito fácil aqui no céu por esses dias. O Brasil mesmo está sendo uma fonte inesgotável de pedidos e intercessões por causa das águas que não param de cair sobre o seu país. Toda essa chuva, somada ao descuidado das autoridades públicas com a população e com um pingo de irresponsabilidade desses próprios cidadãos, está nos dando trabalho.
Mas paro um momento de ouvir e atender aos pedidos de desesperados brasileiros para dirigir-me ao senhor. Acompanhei com tristeza os últimos fatos que envolveram o senhor e uma classe para a qual tenho um carinho muito especial, os garis. Caro Boris, tenho uma identificação muito grande com esses humildes cidadãos. Durante a minha vida nunca me importei de ser o “menor da escala de trabalho” e fazia os meus simples trabalhos com tamanho fervor que em minha imagem fizeram questão de não esquecer o instrumento que me acompanhou durante boa parte da vida: a vassoura.
É meu amigo Boris, sou uma espécie de padroeiro dos garis e isso me orgulha. Meu orgulho vem das diversas experiências de luta, honestidade, vontade e bondade apresentadas por meus protegidos. Por isso, do alto da minha vassoura, digo que fiquei muito triste com os comentários do senhor.
O microfone deve ser usado como um instrumento do bem. As palavras, principalmente vindas de figuras públicas como o senhor, não devem incentivar preconceitos ou ações de intolerância. Tenho o próprio senhor como exemplo. Como se esquecer do corajoso bordão “Isso é uma vergonha” quando o seu país precisava de vozes fortes e firmes que conduzissem uma saudável discussão sobre a política? Lembro também que o senhor disse que era preciso “passar o Brasil a limpo”, coisa magnífica que, literalmente, os meus protegidos fazem dia a dia, sob sol, chuva, frio, calor …
Boris, aceito suas desculpas. Todos nós temos momentos de infelicidade nesta vida e um escorregão não pode apagar os momentos bons e responsáveis de qualquer cidadão. No entanto esta pequena carta é para lembrá-lo a responsabilidade e importância de cada palavra, não apenas as ditas pelo senhor e pela mídia, mas por qualquer pessoa. Palavras ao vento podem se transformar em verdadeiros furacões.
Atenciosamente,
São Martinho de Lima
* São Martinho de Lima ou São Martinho de Porres, nasceu em Lima, capital do Peru, em 1597 e faleceu na mesma cidade em 1639. Aos 15 anos começou a dedicar à vida religiosa, e tinha por hábito e missão nos conventos em que ficou a atividade de varrer e limpar o prédio. Sua imagem retrata a paixão pelo serviço, já que junto ao crucifixo e ao terço está o seu instrumento de trabalho: a vassoura. Foi beatificado em 1837 e canonizado em 1962.
Primeiro o Suor
02/11/2009
Poucas pessoas conseguem entender o que aconteceu ontem no Mineirão. Parece ilógico. Pode-se criticar determinado jogador, ou quem sabe até o sempre crucificado treinador. Mas porque um primeiro tempo tão brilhante? Porque os criticados se deram tão bem na primeira etapa? Hoje, refletindo sobre o acontecido, lembrei imediatamente algumas passagens de um livro que acabei de ler: Transformando Suor em Ouro, do técnico da seleção brasileiro de vôlei masculino, Bernardinho.
Observe esta passagem do livro:
“Uma vitória, não mais que uma, era um presente. Muitas, pelo contrário, podiam levar o vencedor a iludir-se, a perder a essência das coisas e, acrescento eu, a cair numa armadilha”.
Bernardinho combate insistentemente a vaidade e o ego inflado em seu grupo de jogadores. Faz isso criando “zonas de desconforto” (achei fantástico esse conceito). Por mais vencedor que o grupo seja, Bernardinho faz com que a equipe acorde mais cedo para treinar (pode ser até um dia depois de uma das conquistas), grita sempre (pode ser no erro mais bobo) e não liga se determinado jogador fica um tempo sem falar com ele (de acordo com o técnico é aí que ele vê que o jogador está com o brilho nos olhos, disposto a mostrar para ele treinador a sua verdadeira capacidade).
Transportando isso para o Cruzeiro. Jonathan disse essa semana que era um dos melhores laterais do Brasil. De fato acho que ele está em um bom momento. Para acrescentar ele vai e faz um gol contra o Fluminense. Imagine o quanto a ideia de melhor não subiu a sua cabeça? E o papo de enfrentar o lanterna? Quantos torcedores dos 49 mil que foram ao Mineirão já estavam com a intenção de goleada? Muitos com certeza … Eu mesmo caí na armadilha citada por Bernardinho. Olha a arrogância da minha frase pós primeiro tempo: “Ih, coitado do Fluminense, vai levar goleada hoje e o Cruzeiro vai ficar no G4 pela primeira vez”.
Esse exemplo do Cruzeiro, apesar de bem representativo, não é único neste campeonato brasileiro (que campeonato por sinal). Todos os times aptos ao título e ao G4 já sofreram a armadilha da vaidade. Palmeiras contra Santo André, São Paulo contra o Atlético, Atlético contra o próprio Cruzeiro, Flamengo contra o Barueri, Inter contra o Botafogo e o Cruzeiro contra o Fluminense.
Resumindo: faltam aos brasileiros a capacidade de domar os efeitos do sucesso. Alguns treinadores até possuem essa capacidade mas não conseguem transportá-la aos jogadores. Por outro lado alguns destaques de nosso esporte já estão dominando esta verdadeira arte, caso do próprio Bernardinho, José Roberto Guimarães, Muricy Ramalho, Larry Passos. Esses treinadores já conseguem ou estão conseguindo transformar Suor em Ouro, nunca esquecendo que o Suor é matéria prima …
Recomeço
01/11/2009
O Flamengo é o atual campeão. Venceu o Brasília na final da temporada 2008/2009. Essas são as 14 equipes que brigam pelo título desta vez:
Flamengo – RJ
Minas – MG
Brasília – DF
Joinville – SC
Londrina – PR
Vila Velha – ES
Saldanha da Gama – ES
São José dos Campos – SP
Paulistano – SP
Pinheiros – SP
Araraquara/Palmeiras – SP
Bauru – SP
Franca – SP
Assis – SP
Metade das equipes (7) que disputam o NBB são de São Paulo. A outra metade possui representantes de seis estados, com o Espírito Santo possuindo duas equipes. É legal ver que os times contam com apoio de diversos patrocinadores, o que mostra que o basquete brasileiro começa a demonstrar organização, condição primordial para a conquista de apoio financeiro.
Os resultados da primeira rodada:
Pinheiros 92 x 98 Brasília
Joinville 108 x 76 Londrina
Flamengo 99 x 70 Vila Velha
São José 84 x 72 Saldanha da Gama
Paulistano 85 x 88 Minas
Palmeiras/Araraquara 76 x 69 Bauru
Franca 74 x 63 Assis
O Vôlei brasileiro em estado de Graça
03/09/2009
O campeoníssimo Vôlei brasileiro já é um exemplo de organização há muito tempo. As seguidas conquistas dos nossos atletas e o impressionante potencial de renovação de atletas e seleções mostra que a CBV fez bem em investir no Modelo empresa de administração.
Ary Graça, o presidente da CBV, personifica esse ideal de qualidade. Bancário por formação, o dirigente até comete alguns exageros em suas palavras (abuso do “eu tenho”, “eu fiz”) mas é comprovadamente um caso de extremo sucesso no esporte brasileiro.
Fiquei impressionado com os slides que mostram a estrutura do centro de treinamento do Vôlei em Saquarema, no Rio de Janeiro. Para completar, o local já é auto-sustentável, gera receita e não precisa de um centavo de dinheiro público. Bastou administração.
O Resultado? 7 medalhas nas duas últimas olimpíadas (sendo 8 disputadas), 11 pódios de Liga Mundial Masculina desde 1997, 8 pódios de Grand Prix Feminino desde 1997 além pódios em todos os circuitos Vôlei de Praia, masculino e feminino. O mais importante: o Brasil é soberano nas divisões de base, a renovação é constante. Então, Ary prova com resultados seu modelo de gestão.
Bem, claro que alguns detalhes não podem ficar para trás. O primeiro é a extensão temporal de Ary frente à instituição. Já são 12 anos, que apesar de excelentemente aproveitados, acabam por criar uma confederação personificada demais. Não conheço o regulamento da CBV mas não acho muito “legal” presidentes biônicos.
Outra observação que faço é a relação mídia-patrocínio. Ary mencionou que o Vôlei só tem esse sucesso porque existe uma engrenagem com oito elementos que funciona muito bem. Os elementos: CBV – Atletas – Patrocínio – Mídia – Clubes – Comissões Técnicas – FIVB – Federações Estaduais. A idéia é perfeita: ninguém tem privilégio. Mas acabamos de acompanhar a saída do FINASA do vôlei pela falta de divulgação correta pela mídia da marca da empresa. Será que a engrenagem está perfeita?
Eu sou a favor da divulgação das empresas que apóiam o esporte. Sempre gostei muito de torcer para o “Telemig Celular Minas” ou para o “MRV Minas”. Ganham a empresa e o esporte. Ary passou correndo por isso, já que com o patrocínio master da CBV, o Banco do Brasil, não há problemas. O Banco já colou sua marca ao Vôlei brasileiro, diria até que a cor oficial do Vôlei é o amarelo …
Por fim, Ary merece sim nosso reconhecimento, afinal, são 12 anos de sucesso e o Vôlei já é disparado o segundo esporte do Brasil (segundo Ary é o primeiro, já que futebol não é esporte, é religião). Mas o mais importante é não se acomodar com o sucesso e apenas colher os frutos. Novas sementes são sempre necessárias.
Notinhas de Quarta
26/08/2009
- Consegui passar na prova de legislação. Na verdade a prova é bem fácil, chagando a ser óbvia. É o velho erro do Brasil, facilitar demais algumas coisas importantes, neste caso, não cobrando conhecimento real das leis de trânsito. Diz o velho (e errado) ditado que para aprender, só dirigindo …
- Ontem na Rádio foi um dia emocionante. João Marques, locutor do Jornal do Senado, aquele da Voz do Brasil, fez sua despedida. Foram 35 anos de Voz do Brasil e 60 de locução.
- Ainda vou escrever mais sobre isso, mas não posso deixar de dizer que com essa guerra toda de emissoras e com os especiais de 28 do SBT, vi que o canal do Baú é aquele que mais assisti em minha vida e com o qual mais me identifico. Sempre gostei muito da linha de shows do canal do Patrão.
- O Aprendiz não será o mesmo sem Justus mas o Justus pode brilhar no 100 contra 1 do SBT.
Bicinalda e Tonicleta
24/08/2009
Rodrigo Resende – Olá Bicinalda e Tonicleta. Vocês andavam meio paradas, quando surgiu a idéia dos “Repórteres de Bicicleta”. Desde então vocês passaram a trabalhar um pouco mais. Como está sendo a rotina de vocês?
Bicinalda (exaltada) – Bem, falar que eu estava parada é quase uma ofensa. O Felipe não me deixa descansar um minuto. E pior você não sabe, não tem um estacionamento adequado para mim no prédio, ou seja todo dia tenho que subir aquelas escadas … estou muito cansada. Mas quanto ao projeto, é uma idéia fantástica.
Tonicleta – Também acho muito boa a idéia. A Ellen me consultou e eu topei na hora. Estava na hora de ter uma oportunidade de aparecer na mídia. Minhas primas lá em Volta Redonda devem estar morrendo de inveja.
RR – Bicinalda, qual das aventuras até agora te agradou mais?
BC – Sem dúvida esta última. O Sr. Vicente é uma pessoa muito legal. Simples, porém com um coração enorme. Me senti muito a vontade mesmo em meio aquela poeira toda.
RR – E você Tonicleta ?
TT – Eu gostei da aventura em São José do Triunfo. Bati um papo muito agradável com a Monárkia, minha amiga que está ajudando o Seu José. Aquela festa religiosa foi uma ocasião muito bonita.
RR – Mudando de assunto, que história é essa de entrar na justiça?
BC – Não queremos prejudicar os meninos, pelo contrário, queremos ter nossos direitos respeitados para que possamos trabalhar cada vez melhor. Mas estamos revendo essa nossa posição.
TT – Na verdade, ficamos muito irritadas com duas ocasiões nas últimas edições. Os bonitinhos comeram aquelas comidas maravilhosas , aquele feijão batido, aquele arroz soltinho, Frango caipira … e nem olharam para o nosso lado. Isso é muito revoltante. Mas a Ellen me prometeu que isso vai mudar.
RR – Muito bem, gostaria que cada deixasse um recado para o seu dono e para o público do Blog.
BC – Eu queria agradecer ao Felipe pela oportunidade, pelo carinho que ele tem comigo. Quanto aos visitantes, peço que continuem acessando e não esqueçam de deixar os recadinhos para a gente também.
TT – A Ellen é um amor. Minha melhor amiga. Ao pessoal quero mandar um grande abraço e relembrar que os Blog é repórteres de BICICLETA, que sem nós seria só repórteres, aí seria algo comum, já que eles tiveram essa idéia genial, que a gente tenha um pouquinho de mérito …
Essas foram as palavras de Bicinalda e Tonicleta. Esperamos revê-las em breve nos próximos vídeos e nas próximas fotos, aqui, no Repórteres de Bicicleta.
* Texto produzido originalmente para o inesquecível Blog ‘Repórteres de Bicicleta’ dos não menos inesquecíves Ellen Araújo e Felipe Luchete. Não deixe de conferir toda essa história ciclística viçosense. Saudades!
Série D, de Decisão
23/08/2009
São 10 equipes para as quatro vagas da Série C. Claro que nas eliminatórias simples nunca chegaríamos aos 4 premiados e por isso teremos na próxima fase 5 confrontos, em ida e volta, e classificam-se não só os 5 vencedores como os 3 “melhores perdedores”.
Eu gostei da divisão do futebol brasileiro desta forma, com 4 séries. A série que precisa de ajuste é justamente a D, que é a mais nova. É claro que em sua primeira fase ela deve ter grupos regionalizados, mas não se pode esquecer das fases seguintes. Para isso devíamos ter 8 grupos com 5 equipes cada, sendo que 4 delas estariam vindo do rebaixamento da Série C, outros 4 seriam os perdedores das quartas de final do ano anterior e os demais 32, divididos pelos estados.
Como eu ainda não consegui o cargo de organizador de tabelas da CBF (e eu gostaria viu …), ficam aí as dicas.
Os confrontos das quintas de final da Série D:
Cristal – Amapá x São Raimundo – Pará
Sergipe – Sergipe x Alecrin – Rio Grande do Norte
Macaé – Rio de Janeiro x Tupi – Minas Gerais (Praticamente um confronto carioca … brincadeirinha!!!)
Uberaba – Minas Gerais x Araguaia – Mato Grosso
Chapecoense – Santa Catarina x Londrina – Paraná
* As baixas as Série D ficam por conta da eliminação precoce do Santa Cruz de Pernambuco, ainda na primeira fase e do Paulista, da querida Jundiaí do meu amigo Felipe “Hiroshi” Luchete.
Campeonatos Mundias
22/08/2009
O mais importante disso tudo, e eu sei que é um velho clichê, é a juventude estar assistindo a esses novos seres humanos ultrapassarem suas próprias barreiras e deixando para esses jovens a missão de superá-los.
A Europa nesses últimos dias tem sido privilegiada. Primeiro Roma e as dezenas de recordes mundiais nas piscinas, claro, com aquela ajudinha do maiô mágico e agora Berlim, que já viu Bolt brilhar e outras cenas históricas como a alegria do grandalhão alemão, vencedor do arremesso.
Assim é o esporte, cheio de bons exemplos. Os campeonatos mundiais, cada vez mais valorizados, nos mostram a capacidade do ser humano de ser cada vez melhor.
